Adoro! Eu até ia colocar o vídeo, mas foi retirado do youtube. Se alguém tiver....
Prince leva bronca de Thom Yorke
"Diga a ele para desbloquear... É nossa canção!"
30.05.08 14:55
Deu na Billboard. A turma do Radiohead ficou sabendo do infame cover de "Creep" que Prince, lenda da música negra americana, fez no segundo dia do Coachella 2008. E não gostou dessa história de os vídeos da tal versão não poderem ser vistos na Internet.
"Sério? Ele bloqueou?", perguntou Thom Yorke, que achou a idéia do cover hilária e soube do bloqueio pelo guitarrista Ed O'Brien. "Bem, diga a ele para desbloquear. É nossa canção."
Os ingleses podem nem ter visto a versão (meninos, nós vimos, e foi estranho!), que foi alterada sem palavrões e sem trechos ipsis literis da original do Radiohead, mas o comentário da banda expõe de maneira engraçada as contradições dois dos principais ícones musicais dos últimos anos e suas respectivas posições sobre Internet, download e afins.
Não há vídeos do Prince no YouTube por expressa recomendação do músico (que veio seguida de promessa de 'processo'). Nem seus fãs clubes escaparam - até fotos foram tiradas do ar por ordens de cima! No Coachella, fotógrafos não puderam ficar na linha de frente do fosso do palco e, com a muvuca, acabaram surgindo bizarrices fotográficas como esta que ilustra a matéria.
Ele que (por direito, claro, mas por desmérito) não permite que seu trabalho caia na rede, "sampleou" e levou uma bronca justamente daqueles que mudaram a indústira fonográfica ao dizer que o cliente paga quanto quiser. Ê mundo redondo esse...
Texto retirado integralmente do site rraurl
31.5.08
20.5.08
Indie pop
A Mallu Magalhães é uma fofa. Sei que é um post clichê mas adorei ouvir essa músiquinha na campanha da vivo =) A campanha é tipo o site do flip, onde você pode fazer colagens e montar um álbum, fotos e vídeo. Além disso funciona também como rede de relacionamentos. Adoro! Só não sei ainda mexer muito bem nele...

mais tarde coloco fottrinhos daqui de Natal.

mais tarde coloco fottrinhos daqui de Natal.
18.5.08
It`s getting hot in herre
Este é o primeiro post de Natal, mas imprevistos aconteceram e eu comecei a escrever de São Paulo e está terminando, aqui, em Natal.
Engraçado como a sua vida pode mudar em tão pouco tempo e com uma distância…hã, razoavelmente pequena. Em um mês, tive que tomar decisões que mudariam a minha vida. Tudo isso com uma carga gigabyte de stress e pouco tempo para pensar sobre tudo.
Como todas as coisas no mundo, tudo tem que ter o tal do equilíbrio, então eu espero que assim como encontrei o lado ruim de sair de uma cidade como São Paulo, espero encontrar o lado bom de ter ido morar no Nordeste. Não por nada, mas urbanóides como eu, são muito mal acostumados. COM TUDO! E preciso confessar que adaptação e despedidas foram piores (estão sendo até agora) do que eu imaginei. Conforme vamos ficando mais velhos, a coragem diminui gradativamente. É o que todos dizem e isso faz muito sentido agora.
Lembro de quando me mudei para morar fora. Não foi fácil e não menos doloroso (novamente despedidas). Mas conforme o tempo foi passando comecei a achar mais divertido. E acabei me acostumando. O que não quer dizer que eu não queria voltar, mas posso dizer que voltaria para lá para passar um tempo tranquilamente. Acho que passaria tranquilamente um tempo em qualquer lugar que fosse próximo de uma grande metrópole (próximo que eu digo é 1 a 2 horas no máximo de distância, e olhe lá). Mas não é o caso de Natal.
A cidade é bem bonita, tem as praias e paisagens mais lindas do Brasil (alem de ter o ar mais limpo, segundo a NASA), coisa que qualquer pessoa deveria ao menos 1 vez na vida, conhecer. O problema é que a vida para quem sempre amou uma grande cidade, a capital potiguar, não oferece muitas coisas. Não queria que isso se tornasse um empecilho de adaptação, mas não tem como fugir disso. Tudo bem que não dá para comparar com São Paulo em nenhum quesito, maaas, é até cliché dizer que isso é inevitável.
Pode ser que agora, que já estou há duas semanas no meu apê, tudo fique melhor. Estou dormindo na minha cama, com o meu travesseiro. Meus toys chegaram todos bem e só falta um lugar decente para eu colocá-los. Vou poder aprender a cozinhar (ou pelo menos tentar!) e vou decorar a casa (dentro do po$$ível). Isso está sendo divertido. E espero que assim, essa tal adaptação fique mais fácil e passe mais depressa.
Enquanto isso, vou postando coisas sobre aqui e alí para passar o tempo =).
Engraçado como a sua vida pode mudar em tão pouco tempo e com uma distância…hã, razoavelmente pequena. Em um mês, tive que tomar decisões que mudariam a minha vida. Tudo isso com uma carga gigabyte de stress e pouco tempo para pensar sobre tudo.
Como todas as coisas no mundo, tudo tem que ter o tal do equilíbrio, então eu espero que assim como encontrei o lado ruim de sair de uma cidade como São Paulo, espero encontrar o lado bom de ter ido morar no Nordeste. Não por nada, mas urbanóides como eu, são muito mal acostumados. COM TUDO! E preciso confessar que adaptação e despedidas foram piores (estão sendo até agora) do que eu imaginei. Conforme vamos ficando mais velhos, a coragem diminui gradativamente. É o que todos dizem e isso faz muito sentido agora.
Lembro de quando me mudei para morar fora. Não foi fácil e não menos doloroso (novamente despedidas). Mas conforme o tempo foi passando comecei a achar mais divertido. E acabei me acostumando. O que não quer dizer que eu não queria voltar, mas posso dizer que voltaria para lá para passar um tempo tranquilamente. Acho que passaria tranquilamente um tempo em qualquer lugar que fosse próximo de uma grande metrópole (próximo que eu digo é 1 a 2 horas no máximo de distância, e olhe lá). Mas não é o caso de Natal.
A cidade é bem bonita, tem as praias e paisagens mais lindas do Brasil (alem de ter o ar mais limpo, segundo a NASA), coisa que qualquer pessoa deveria ao menos 1 vez na vida, conhecer. O problema é que a vida para quem sempre amou uma grande cidade, a capital potiguar, não oferece muitas coisas. Não queria que isso se tornasse um empecilho de adaptação, mas não tem como fugir disso. Tudo bem que não dá para comparar com São Paulo em nenhum quesito, maaas, é até cliché dizer que isso é inevitável.
Pode ser que agora, que já estou há duas semanas no meu apê, tudo fique melhor. Estou dormindo na minha cama, com o meu travesseiro. Meus toys chegaram todos bem e só falta um lugar decente para eu colocá-los. Vou poder aprender a cozinhar (ou pelo menos tentar!) e vou decorar a casa (dentro do po$$ível). Isso está sendo divertido. E espero que assim, essa tal adaptação fique mais fácil e passe mais depressa.
Enquanto isso, vou postando coisas sobre aqui e alí para passar o tempo =).
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